Mensagem

Mensagem

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

VITÓRIA DA CDU

FEZ-SE JUSTIÇA!!!

IMPUGNADA ELEIÇÃO DE ANTÓNIO COSTA NO CONSELHO METROPOLITANO DE LISBOA - CDU


A CDU anunciou hoje que o Supremo Tribunal Administrativo (STA) deu razão a esta coligação quanto à impugnação da eleição de António Costa como presidente do Conselho Metropolitano de Lisboa.
"Nós recebemos a informação do STA a indicar que o recurso que tínhamos feito nos dava razão e que, portanto, a eleição do presidente António Costa para presidente do Conselho Metropolitano era nula", disse à agência Lusa Carlos Humberto (CDU), presidente da Câmara do Barreiro e ex-presidente da antiga Junta Metropolitana de Lisboa.
A 13 de novembro do ano passado, os nove presidentes de câmara eleitos pela CDU na Área Metropolitana de Lisboa entregaram no Tribunal Administrativo um pedido de impugnação da eleição do presidente do Conselho Metropolitano, por considerarem que o método de eleição e o quórum da reunião não foram legais.
Na altura, num comunicado enviado à Lusa, os autarcas da CDU sublinharam que "em causa está o método de eleição do presidente do Conselho Metropolitano de Lisboa, uma vez que estes nove presidentes consideram que o artigo utilizado do novo regime jurídico das autarquias locais não poderia ter sido considerado nesta situação".
O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa (PS), foi eleito, por unanimidade, presidente do Conselho Metropolitano, depois do abandono dos trabalhos por parte dos nove autarcas da CDU, a 04 de novembro de 2013.
Contudo, os presidentes das câmaras de Almada, Seixal, Alcochete, Barreiro, Moita, Loures, Palmela, Sesimbra e Setúbal defendem que cada um dos 18 presidentes dos municípios da Área Metropolitana de Lisboa "têm direito a um só voto", contestando a votação ponderada [defendida pelos socialistas], em que cada autarca vale consoante os eleitores que representa.
No final de dezembro, o Tribunal Administrativo de Lisboa tinha indeferido a impugnação, apresentada em novembro passado, pela CDU, confirmando a legalidade da eleição de António Costa como presidente do Conselho Metropolitano de Lisboa, decisão agora contrariada pelo Supremo, segundo os autarcas comunistas.
Às 18:00 de hoje, o presidente da Câmara de Lisboa não tinha ainda conhecimento da decisão do STA, segundo fonte do seu gabinete.

Para aumentar clique sobre a imagem

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Para aumentar clique sobre a imagem

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014


INACREDITÁVEL
No Blogue “O Sítio dos Desenhos” acabo de ler um texto delicioso, que na forma de “Carta Aberta”, foi dirigida ao presidente da República Cavaco Silva.
Sinto-me quase conformado por neste texto ter sido tratado como merecia, o imbecil mentecapto que temos como Presidente da Republica, ao colocar como estímulo para vender aos príncipes árabes com quem esteve reunido, os excelentes cavalos e as mulheres bonitas, em que Portugal é pródigo.
Esta obscena proposta, que de certeza nos envergonha a todos, dará a triste ideia de nós portugueses somos tão retrógrados, que fomos capazes de eleger um presidente da Republica capaz de proferir tão grotesca bacorada, que certamente ficará nos anais da imbecilidade, como um padrão inultrapassável.  

Eis xelentíssimo senhor:
.
Portugal tem um longo historial de dignitários portadores orgulhosos das mais diversas taras do foro psíquico: loucos varridos como D. Pedro I ou D. Maria I, simples idiotas como D. Afonso V ou D. José, ou mesmo rotundos imbecis como D. João VI ou Américo Tomás.
D. Pedro I, por exemplo, além de gostar muito de um certo escudeiro (segundo o grande Fernão Lopes,  “mais do que se deve aqui dizer ") mandou "cortar-lhe aqueles membros que os homens em maior apreço têm" porque o infeliz “dormiu com uma mulher casada”. Além disso D. Pedro tinha uma curiosa ideia da celeridade na justiça: para não atrasar a aplicação das sentenças, punia com pena de morte a prática da advocacia (o que decerto terá desvanecido até às lágrimas a alma lúgubre do advogado Júdice que, numa espécie de “vingança poética”, privatizou o nome do monarca e da sua amada espanhola criando, na sua quinta de Coimbra, a muito exclusiva marca registada “Pedro e Inês”).
Contudo hoje vivemos numa república, isto é, temos o privilégio de eleger quem nos representa e o direito, e até a responsabilidade, de o destituir quando o seu comportamento, por grosseria ou omissão, passa as marcas do civicamente aceitável.
Receio que se trate do seu caso, senhor presidente. Há muito que a sua alma penada dá mostras de uma estupidez malévola, de um cinismo acanalhado e de uma torpeza de espírito tão mais notórios pelos seus silêncios cúmplices de uma vasta casta de iniquidades como por uma incontinência verbal que se aproxima, à vista grossa, da insanidade ou da idiotia.
Como não vejo nenhum sobressalto cívico que vise a sua destituição por indecência e fraca figura, sinto-me obrigado, como modesto cidadão no seu direito à livre opinião, a tornar público que me sinto profundamente envergonhado e repugnado por me ver representado por um imbecil.
Recentemente, em visita a um país árabe, como caixeiro viajante da gloriosa tarefa auto-atribuída de vender o país ao estrangeiro, voxelência declamou (alarvemente como é seu hábito e esquecendo-se, concerteza por lapso, das vaquinhas e das cagarras) “cavalos, mulheres bonitas, até aviões” na longa lista de “bens transaccionáveis” ainda disponíveis em Portugal.
.
Xelentíssimo senhor: 
sou filho de uma mulher portuguesa. Casei com outra e sou pai de outra. Sinto-me por isso moralmente obrigado a declarar-lhe que não estão à venda. Não porque sejam "feias". Ou “minhas”. Mas porque não são “propriedade”; nem tudo na vida obedece à lógica dos “mercados”, sabe – como deduzo no entanto que este seja um conceito demasiado subtil para o seu obtuso discernimento, permito-me enunciá-lo em linguagem que decerto entende: há bens que não são “transaccionáveis”- que-não-se-compram–nem-se-vendem porra, ponto.
.Por isso mesmo, e com o respeito devido ao “primeiro magistrado da nação”, permito-me humildemente sugerir-lhe, e a quem se sinta representado por si, que venda as suas: a sua mulher, a sua filha, as suas netas, se as tiver e,  porque não, até a puta que o pariu.
Pode ser que alguém lhe dê algum por elas.
Depois (ou antes) demita-se. Por mim não receberia nem um tusto de pensão (aqui entre nós, o lucro da venda desses “activos que não desvalorizam” e os rendimentos que conseguiu a 140% ao ano no BPN deveriam bastar-lhe para viver confortavelmente o tempo que lhe sobra).
De seguida, sugiro-lhe que faça como as andorinhas: desloque-se para um qualquer país do sul. Pode ser a Guiné Equatorial. Ou o Dubai. Desapareça. E não volte.
.
Sem consideração,
Fernando Campos
.

P.S. –E se por acaso por lá lhe acontecer outro episódio, vagal ou concreto, trate-se no sistema nacional de saúde local. É igualzinho ao que o seu governo, com a sua prestimosa colaboração, tem cuidado de instalar em Portugal. 
.