Mensagem

Mensagem

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

LEIA COM ATENÇÃO

 ATENÇÃO
IMI–GRUPO DE BURLÕES ASSALTA A CASA
Recebo imensos avisos, via internet, de golpadas em preparação ou mesmo em execução, sobre as mais variadas matérias.
Normalmente não ligo e quando a coisa parece mais séria, já me tenho dado ao trabalho de investigar a fundo a notícia, acabando sempre por perceber que há muita gente que se diverte ou entretém, a assustar as pessoas.
No caso presente a fonte é suficientemente credível para merecer uma atenção especial e como tal, ficaria de mal com a minha consciência, se não divulgasse o aviso que recebi, até porque estamos numa época de criminalidade à solta, a começar por quem nos tem governado!!!
Neste caso específico, há um grupo de burlões que assalta as casas, sob o pretexto de serem avaliadores oficiais (para o cálculo do novo valor do IMI)! 
É um "grupo" organizado a fazer-se passar por fiscais das finanças, com o pretexto de avaliar o imóvel...
Não passa de mais um expediente para entrarem nas nossas casas.
Têm parte da nossa informação - nºs de telefone, morada (como é óbvio)...
AGORA TENHA ATENÇÃO PORQUE AS ENTIDADES COMPETENTES E NESTE CASO A «AUTORIDADE TRIBUTÁRIA E ADUANEIRA (ATA)», CASO SEJA NECESSÁRIA ALGUMA VERIFICAÇÃO NO LOCAL, NOTIFICAM O CONTRIBUINTE POR ESCRITO, COM DATA E HORA MARCADA, ANTES DE QUALQUER DILIGÊNCIA .
Pensamos que se deve estar alerta e divulgar este aviso o mais possível, para evitar, sobretudo na área de Lisboa (onde se tem feito sentir mais esta artimanha) mais pessoas passem por esse dissabor, lembrando que nesse caso, será conveniente telefonar imediatamente à polícia, no caso de ter sido, ou estar a ser vítima desta técnica criminosa.

domingo, 4 de janeiro de 2015


O ANTES E O DEPOIS 
A GUERRA DE 39/45 E A ACTUALIDADE

Já neste Blogue colocámos várias vezes imagens de determinados locais que protagonizaram episódios da guerra de 1939/1945, contrastando com o mesmo local na actualidade.
Recordamos que algumas dessas imagens eram pouco convincentes, ou dito doutra maneira, deixavam dúvidas.
No entanto, se tivermos em consideração os anos que passaram e a evolução da sociedade, bem como o reduzido número de fotografias que suscitaram essas dúvidas, essa memória passada e a sua reconstituição, causam ainda hoje uma enorme emoção, sobretudo a quem viveu esses terríveis tempos.
A sucessão de fotografias que apresentamos a seguir, têm um particularidade só possível devido a uma fabulosa evolução tecnológica, que nos permite no presente caso, reviver os tempos da 2ª guerra mundial, como se dela fizéssemos parte, bastando passar o rato sobre as fotografias da esquerda para a direita, para regressarmos incólumes e confortavelmente à actualidade.
Se pelo contrário fizermos com o rato, o movimento em sentido contrário, revivemos as cenas que “in loco” foram vividas nesse terrível conflito, para que a memória o não esqueça.
É um facto que hoje nos encontramos noutro tipo de guerra, mais silenciosa, mas não menos mortífera.
A destruição visível é aparentemente menor, para só referirmos a Europa, mas o sofrimento nos cidadãos atingidos, na sua incapacidade de sobreviver, sendo diferente, não causa menos vítimas, antes pelo contrário.
.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

NÃO DÁ PARA ACREDITAR!!!!


ANO NOVO….VIDA VELHA 
«OS RICOS NÃO QUEREM DAR, 
E OS POBRES NÃO TÊM PARA DAR»!!!
Esta frase de “os ricos não querem dar e os pobres não têm para dar” foi a inconfidência (ipsis verbis) feita ontem, por Eugénio Fonseca, o insuspeito “mui católico” presidente da Caritas Portuguesa, no programa da SIC Noticias a “Quadratura do Círculo”, onde teve assento, em substituição do habitual defensor das posições do CDS António Lobo Xavier, quando se falava sobre a questão da pobreza em Portugal.
O programa começava com o comentário ao discurso de “Fim do Ano”, do Presidente de Republica, onde o nosso cavacal presidente, aproveitando a efeméride, botou palavra para nos recordar que o governo é porreiro e que sobretudo, devemos repudiar os populistas, referindo-se certamente ao PS, PCP, BE que afirmam querer mudar a política seguida e como tal, caíram no rol dos que não merecem as mordomias do “shor” Silva.
Mas sobre isso, é opinião unânime que o “nosso primeiro”, não asneirou mais do que é costume, exceptuando os irrevogáveis e a coelhal quadrilha, como exige a sua lealdade aos donos do pilim!
Sobre a sua intervenção, registo duas coisas notáveis: A primeira para referir pela milionésima vez, a impecabilidade omnipotente do seu nó da gravata; a segunda para assinalar a sua milésima declaração de amor ao governo.
A diferença assinalável do numerário em referência, tem a ver exclusivamente com a sua extensa vida política e o manifesto amor ao governo, só ser possível há três «míseros» aninhos.
Voltando ao que de importante se disse na “Quadratura do Circulo”, não podemos deixar de referir as espantosa declaração do presidente da Caritas, que colocámos no título deste texto.
Consideramos que ela constitui uma inconfidência de dimensão semelhante à do “Cherne” Durão Barroso, quando este bazofiou para demonstrar que fazia parte da elite mundial, que a Europa tinha ficado a dever aos Estados Unidos, com a crise do “subprime” desencadeada em 2006, cerca de 4 triliões de Euros e que são, na minha opinião, a razão primeira da crise europeia que estamos dramaticamente a pagar.
Consideramos que foi uma inconfidência, porque passou a ser censurada,
De facto, jamais ouvi ou li qualquer referência a esta dívida e não fora ter ouvido da própria boca do “Cherne” quando entrevistado à saída do avião, no aeroporto, não me atreveria a denunciá-la mais uma vez, porque poderia logicamente ser acusado de estar a mentir ou pelo menos a exagerar.
Quanto à inconfidência, deslise, indiscrição, futrica, mexerico ou o que lhe queiram chamar do presidente da Caritas, bem procurei documentar a transcrição, em tudo o que era sítio na Internet, encontrando na SIC Noticias apenas uma pequena parte em que ele fala do desemprego (está-se a ver porquê!) e que pode ver AQUI.
Como gravei o programa e para que não restem dúvidas, dei-me ao trabalho de transcrever literalmente as declarações do debutante no painel da Quadratura e presidente da Caritas, Eugénio Fonseca.
Dizia ele a páginas tantas (perdoem-me algumas cacafonias, mas procuro ser rigoroso na transcrição): 
“Eu tive a possibilidade de estar com a Troika algumas vezes e garanto que fui mais questionado sobre esta questão da classe média pelo representante do Banco Central Europeu, que não percebia o que era isso da classe média e questionou-me porque é que eu acusava a Troika de ter vindo para contribuir para a morte da classe média e fiquei espantado porque ele achava que não havia outra forma, os ricos não querem dar e os pobres não têm para dar.” 
COM QUEM ESTAMOS METIDOS!!!
QUE MISÉRIA!!!!