Mensagem

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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

EGIPTO

O “power point” de hoje, proporciona uma viagem através do Egipto.
Viagem sonhada por todos nós, e realizada por alguns.
Os que já visitaram o Egipto, podem recordar.
Os que só sonharam lá ir, podem preencher a imaginação com algumas das suas mais “turísticas” realidades.


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Os boys de Guterres

No meu arquivo, encontrei este artigo, que tinha certamente intenção de publicar na altura, mas por qualquer circunstância, passou-me de memória e não consigo atribuir a paternidade.
Como a matéria fala da…. digamos…. da origem e gestação dos figurões que agora estão na berlinda, achei muito importante dar a conhecer o texto, para ficarmos a conhecer melhor os “pretextos”
Que me perdoe o autor por me ter esquecido do nome.

O processo chamado ‘Face Oculta’ tem as suas raízes longínquas num fenómeno que podemos designar por ‘deslumbramento’.
Muitos dos envolvidos no caso, a começar por Armando Vara, são pessoas nascidas na Província que vieram para Lisboa, ascenderam a cargos políticos de relevo e se deslumbraram.
Deslumbraram-se, para começar, com o poder em si próprio.
Com o facto de mandarem, com os cargos que podiam distribuir pelos amigos, com a subserviência de muitos subordinados, com as mordomias, com os carros pretos de luxo, com os chauffeurs, com os salões, com os novos conhecimentos.
Deslumbraram-se, depois, com a cidade.
Com a dimensão da cidade, com o luxo da cidade, com as luzes da cidade, com os divertimentos da cidade, com as mulheres da cidade.
Ora, para homens que até aí tinham vivido sempre na Província, que até aí tinham uma existência obscura, limitada, ligados às estruturas partidárias locais, este salto simultâneo para o poder político e para a cidade representou um cocktail explosivo.
As suas vidas mudaram por completo.
Para eles, tudo era novo – tudo era deslumbrante.
Era verdadeiramente um conto de fadas – só que aqui o príncipe encantado não era um jovem vestido de cetim mas o poder e aquilo que ele proporcionava.
Não é difícil perceber que quem viveu esse sonho se tenha deixado perturbar.
Curiosamente, várias pessoas ligadas a este processo ‘Face Oculta’ (e também ao ‘caso Freeport’) entraram na política pela mão de António Guterres, integrando os seus Governos.
Armando Vara começou por ser secretário de Estado da Administração Interna, José Sócrates foi secretário de Estado do Ambiente, José Penedos foi secretário de Estado da Defesa e da Energia, Rui Gonçalves foi secretário de Estado do Ambiente.
Todos eles tiveram um percurso idêntico.
E alguns, como Vara e Sócrates, pareciam irmãos siameses.
Naturais de Trás-os-Montes, vieram para o poder em Lisboa, inscreveram-se na universidade, licenciaram-se, frequentaram mestrados.
Sentindo-se talvez estranhos na capital, procuraram o reconhecimento da instituição universitária como uma forma de afirmação pessoal e de legitimação do estatuto.
A questão que agora se põe é a seguinte: por que razão estas pessoas apareceram todas na política ao mais alto nível pela mão de António Guterres?
A explicação pode estar na mudança de agulha que Guterres levou a cabo no Partido Socialista.
Guterres queria um PS menos ideológico, um PS mais pragmático, mais terra-a-terra.
Ora estes homens tinham essas qualidades: eram despachados, pragmáticos, activos, desenrascados.
E isso proporcionou-lhes uma ascensão constante nos meandros do poder.
Só que, a par dessas inegáveis qualidades, tinham também defeitos.
Alguns eram atrevidos em excesso.
E esse atrevimento foi potenciado pelo tal deslumbramento da cidade e pela ascensão meteórica.
Quando o PS perdeu o poder, estes homens ficaram momentaneamente desocupados.
Mas, quando o recuperaram, quiseram ocupá-lo a sério.
Montaram uma rede para tomar o Estado.
José Sócrates ficou no topo, como primeiro-ministro, Armando Vara tornou-se o homem forte do banco do Estado – a CGD –, com ligação directa ao primeiro-ministro, José Penedos tornou-se presidente da Rede Eléctrica Nacional, etc.
Ou seja, alguns secretários de Estado do tempo de Guterres, aqueles homens vindos da Província e deslumbrados com Lisboa, eram agora senhores do país.
Mas, para isso ser efectivo, perceberam que havia uma questão decisiva: o controlo da comunicação social.
Obstinaram-se, assim, nessa cruzada.
A RTP não constituía preocupação, pois sendo dependente do Governo nunca se portaria muito mal.
Os privados acabaram por ser as primeiras vítimas.
O Diário Económico, que estava fora de controlo e era consumido pelas elites, mudou de mãos e foi domesticado.
O SOL foi objecto de chantagem e de uma tentativa de estrangulamento através do BCP (liderado em boa parte por Armando Vara).
A TVI, depois de uma tentativa falhada de compra por parte da PT, foi objecto de uma ‘OPA’, que determinou a saída de José Eduardo Moniz e o afastamento dos ecrãs de Manuela Moura Guedes.
O director do Público foi atacado em público por Sócrates – e, apesar da tão propalada independência do patrão Belmiro de Azevedo, acabou por ser substituído.
A Controlinvest, de Joaquim Oliveira (que detém o JN, o DN, o 24 Horas, a TSF) está financeiramente dependente do BCP, que por sua vez depende do Governo.
Sucede que, na sua ascensão política, social e económica, no seu deslumbramento, algumas destas pessoas de quem temos vindo a falar foram deixando rabos de palha.
É quase inevitável que assim aconteça.
O caso da Universidade Independente, o Freeport, agora o ‘Face Oculta’, são exemplos disso – e exemplos importantes da rede de interesses que foi sendo montada para preservar o poder, obter financiamentos partidários e promover a ascensão social e o enriquecimento de alguns dos seus membros.
É isso que agora a Justiça está a tentar desmontar: essa rede de interesses criada por esse grupo em que se incluem vários boys de Guterres.
Consegui-lo-á?
Não deixa de ser triste, entretanto, ver como está a acabar esta história para alguns senhores que um dia se deslumbraram com a grande cidade.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

JARDINS VERTICAIS

Pessoalmente achamos lindo.
Já temos visto muitas coisas exóticas, esta no entanto consideramos que ultrapassam toda e qualquer lógica.
As dificuldades que se apresentam e têm de ser ultrapassadas, são numerosas.
Em primeiro, o sistema de agregação das plantas á superfícies verticais
Em segundo, o sistema de rega, proporcional a toda a superfície, sem escorrimentos.
Em terceiro, a poda que com elevadores volantes será fácil, mas o corte de manutenção para evitar crescimentos excessivos, pela sua necessária frequência, coloca sério problemas aos peões.
Em quarto e não menos importante, os cuidados a ter no isolamento das estruturas de suporte.
Em quinto, como evitar a bicharada que num meio ambiente deste, sempre se desenvolve?
No fundo talvez se possa perguntar: Para além do admirável exotismo, valerá a pena, numa perspectiva meramente estética?
Veja se concorda connosco, neste “power point”!


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VOZ DO OPERÁRIO

SOCIEDADE DE INSTRUÇÃO E BENEFICÊNCIA

QUE COISA LINDA!!!

QUE MANEIRA FÁCIL DE SER SOLIDÁRIO!!!

Você sabia que 0,5% dos impostos por nós já pagos na finanças podem reverter para uma IPSS, sem nenhum encargo para si???
Ao preencher a papelada dos impostos, pode assim atribuir estes 0,5% previstos na lei.
Esta forma de apoiar A Voz do Operário não tem qualquer custo para quem faz a consignação, uma vez que a percentagem a retirar é do imposto já liquidado.

FORMA DE O FAZER.

Para entregar o donativo é necessário preencher o campo 9 da declaração de IRS (Imposto sobre o Rendimento Singular), colocando uma cruz no quadrado que diz respeito a Instituições Particulares de Solidariedade Social ou Pessoas Colectivas de Utilidade Pública e inscrevendo o NIPC de A Voz: 500 259 518.

E Á VOZ DO OPERÁRIO PORQUÊ???

A Voz do Operário é uma Instituição de raiz Republicana, com imensa obra e tradição no Ensino, na Cultura, na Política e também de resistência ao Fascismo
.
UM POUCO DA HISTÓRIA DE "A VOZ DO OPERÁRIO"

A 13 de Fevereiro de 1883, nasce a Sociedade Cooperativa A Voz do Operário.
No ano de 1889, houve necessidade de adequar a instituição ao enorme desenvolvimento das actividades a que se dedicava e foi necessário fazer uma revisão dos estatutos transformando-se no que é hoje a SOCIEDADE DE INSTRUÇÃO E BENEFICÊNCIA A VOZ DO OPERÁRIO
Durante o período da Ditadura Fascista, passou por grandes dificuldades no exercício cívico e beneficente das sua actividade.
A sua notável acção filantrópica e didática nesse período, repartia-se por várias áreas desde o ensino, com várias escolas, passando pela formação profissional, biblioteca, caixa económica, biblioteca, assistência funerária, acção mutualista de apoio aos necessitados, com fornecimento de refeições, balneário público.
Com a Revolução dos Cravos, a cultura volta a preencher os espaços da sede, através de espectáculos musicais, cinema, teatro, exposições de artes plásticas e dança. Incrementa-se a prática desportiva e alarga-se o acção social aos idosos, com a inauguração de um centro de convívio e, mais tarde, no apoio domiciliário a idosos e acamados. Surgem a creche e os jardins-de-infância como forma de apoio às famílias, mantém-se a publicação regular - agora mensal - do jornal, repõem-se os livros proibidos (e apreendidos pela polícia política) nas estantes da biblioteca, estende-se o ensino do 1.º ao 3.º ciclo, cria-se a Galeria João Hogan e, em 1987, a Marcha Infantil de A Voz do Operário.
Todas estas actividades fazem hoje parte do quotidiano da Sociedade, que mantém em funcionamento o balneário público e um posto médico, criado ainda antes do 25 de Abril de 1974, servindo não só os seus cerca de 7.000 sócios, como a população da zona da cidade de Lisboa em que está inserida. Ao todo, frequentam as duas escolas de A Voz do Operário, Graça (sede) e Ajuda, quase 500 crianças e jovens, desde a creche ao 9.º ano de escolaridade.
Ao comemorar, em 2008, 125 anos de existência, A Voz do Operário desenvolve novos projectos, como sejam a ampliação dos espaços para aumentar a oferta dos serviços de creche e jardim-de-infância, a remodelação da Galeria João Hogan, a recuperação de património por forma a rentabilizá-lo e a proporcionar novos serviços, nomeadamente, um espaço para colónia de férias para crianças, jovens e idosos.
PORTUGAL CONTRIBUINTE

VAI SENDO TEMPO DE ACERTAR CONTAS

O “power point” de hoje está na sequência do texto que publicamos a seguir e é um estudo de Eugénio Rosa, importante, como todos os que ele faz.
Hoje debruça-se sobre a fraude e a evasão fiscal, que juntamente com os benefícios fiscais, sobretudo á Banca e á Bolsa, são os autênticos cancros da nossa economia.
E depois quem paga? Quem é?
Claro o ZÉ!!!
O Zé pagante é a garantia destes galifões, para comerem a carne e deixarem os ossos, para os trabalhadores.
A Função Pública que o diga!!!

NESTE LINK
A FRAUDE E A EVASÃO FISCAL

MAIS DE 3.000MILHÕES DE EUROS DO DÉFICE DE 2009, E NÃO VAI DIMINUIR EM 2010

Divulgar este estudo é contribuir para que a crise não seja utilizada para justificar tudo

Um estudo de Eugénio Rosa

O descalabro das receitas fiscais é uma das causas mais importantes do agravamento do défice orçamental que está a ser utilizado pelo governo e pela direita para exigir mais sacrifícios aos trabalhadores (ex. Função Pública).

Este descalabro não é justificado apenas pela quebra da actividade económica resultante da crise internacional.
Dados do Relatório do ORÇAMENTO DE ESTADO 2010, mostram que tal argumento não tem aconsistência técnica que o governo e a direita pretendem fazer crer, e que ele resulta do aumento da evasão e fraude que se estão a aproveitar muitas empresas.

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ASSINE A PETIÇÃO

A CHEVRON PROVOCA UM NOVO CHERNOBYL DA AMAZÓNIA

Nos últimos anos, processos civis como este têm ajudado a mudar as políticas de algumas das maiores corporações do mundo.
No entanto, a maior parte das multinacionais de petróleo gasta milhões de dólares, todo ano, em lobby e relações públicas, para mudar leis ambientais e negar suas responsabilidades ambientais e de direitos humanos – e a Chevron é uma das piores.
A Chevron, gigante do petróleo poderá perder um processo histórico por despejar lixo tóxico na Amazônia -- vamos ajudar o povo da floresta a vencer nos tribunais da opinião pública e da lei.
Ajude a pressionar o novo CEO da Chevron a reparar os danos ambientais causados e acabar com o lobby sujo.
Uma longa batalha judicial entre a Chevron e o corajoso povo indígena da Amazónia Equatoriana está quase chegando ao fim.
Os indígenas vêm tentando conseguir uma resposta da multinacional em relação aos bilhões de galões de substâncias tóxicas despejadas na floresta.
Se a Chevron for obrigada a pagar bilhões em danos, o caso irá sinalizar o fim da impunidade para empresas poluidoras do mundo todo.
Com uma perda iminente, a Chevron lançou uma agressiva campanha de lobby para abafar o processo.
Assine a petição pedindo para o Watson e a Chevron limparem a sujeira que deixaram no Equador.
A petição será entregue a eles, aos acionistas a à mídia americana –para agir agora clique
NESTE LINK


QUINTETO ACADÉMICO

EM PORTUGAL….TODO O ANO É CARNAVAL!!!

Um engraçadíssimo vídeo, faz humor com parte da trupe que nos tem “papado as papas na cabeça”, nestes últimos tempos.
Há muitos que ficaram de fora, mas estes pelo menos, desta vez, fizeram-nos sorrir em vez de praguejar.

Agora aconselho a ver este vídeo rapidamente AQUI pois tenho dúvidas que não o tirem da circulação rapidamente!!!

sábado, 13 de fevereiro de 2010

CROMOS PORTUGUESES

Era nossa intenção publicar um “power point” muito exótico, sobre flores e botânica, mas preferi deixar para outro dia, embora continuemos na senda do exotismo.
Fi-lo porque hoje vou publicar um excelente artigo de Miguel Urbano Rodrigues, que nos fala da situação a que se chegou em Portugal.
Ora este “power point”, analisa algumas das mais caricatas e exóticas figuras do nosso “mercado”, a que a publicidade dos nossos “isentos” média, deram notoriedade e protagonismo, tentando fazer de todos nós, patetas, sabujos, imbecis, bajuladores, obtusos e petulantes á sua imagem.
A alguns deles se deve muito do que estamos a passar e é bom que não o esqueçamos.
Que a lição aproveite!!!


..
MIGUEL URBANO RODRIGUES

UM ARTIGO DESTE JORNALISTA QUE TERMINA COM A PERGUNTA:
ATÉ QUANDO, SÓCRATES, TEREMOS DE TE SUPORTAR?

Deste extraordinário jornalista e homem de cultura, chegou-nos um artigo que aborda a questão essencial para os portugueses, que é a actual crise política e económica e nomeadamente, os comportamentos do seu primeiro-ministro José Sócrates.
Nas suas palavras, transcreve literalmente o nosso pensamento e melhor do que nós jamais seríamos capazes, diz muito do que nos vai na alma.
A sua inteligência, a sua argúcia, a sua clarividência política, a sua capacidade de compreender o homem, a natureza das coisas e prática solidária, definem o percurso desta genial e inspiradora criatura, que tive a honra de conhecer e de considerar amigo.
Vem isto a propósito de mais um lúcido artigo, onde se interroga sobre as condições que tornaram possível, Portugal chegar a este descalabro económico, político e sobretudo moral!
Mas hoje também em Portugal se justifica a pergunta «Como foi possível?»
Nós, mais irritáveis e impacientes, questionávamo-nos quase diariamente, «Como é possível?», tal a sequência torrencial de factos, erros grosseiros e malfeitorias que estavam acontecendo, há muito, muito tempo.
A esta interrogação, procura Miguel Urbano Rodrigues, responder no texto-análise que se segue, com uma notável sintese.

SÓCRATES, ATÉ QUANDO?

Pertenço a uma geração que se tornou adulta durante a II Guerra Mundial. Acompanhei com espanto e angústia a evolução lenta da tragédia que durante quase seis anos desabou sobre a humanidade.
Desde a capitulação de Munique, ainda adolescente, tive dificuldade em entender porque não travavam a França e a Inglaterra o III Reich alemão. Pressentia que a corrida para o abismo não era uma inevitabilidade. Podia ser detida.
Em Maio de 1945, quando o último tiro foi disparado e a bandeira soviética içada sobre as ruínas do Reichstag, em Berlim, formulei como milhões de jovens em todo o mundo a pergunta
«Como foi possível?»
Hitler suicidara-se uma semana antes. Naqueles dias sentíamos o peso de um absurdo para o qual ninguém tinha resposta. Como pudera um povo de velha cultura, o alemão, que tanto contribuíra para o progresso da humanidade, permitir passivamente que um aventureiro aloucado exercesse durante 13 anos um poder absoluto. A razão não encontrava explicação para esse absurdo que precipitou a humanidade numa guerra apocalíptica (50 milhões de mortos) que destruiu a Alemanha e cobriu de escombros a Europa?
Muitos leitores ficarão chocados a por evocar, a propósito da crise portuguesa, o que se passou na Alemanha a partir dos anos 30.
Quero esclarecer que não me passa sequer pela cabeça estabelecer paralelos entre o Reich hitleriano e o Portugal agredido por Sócrates. Qualquer analogia seria absurda.
São outros o contexto histórico, os cenários, a dimensão das personagens e os efeitos.
Mas hoje também em Portugal se justifica a pergunta «Como foi possível?»
Sim. Que estranho conjunto de circunstâncias conduziu o País ao desastre que o atinge? Como explicar que o povo que foi sujeito da Revolução de Abril tenha hoje como Primeiro-ministro, transcorridos 35 anos, uma criatura como José Sócrates? Como podem os portugueses suportar passivamente há mais de cinco anos a humilhação de uma política autocrática, semeada de escândalos, que ofende a razão e arruína e ridiculariza o Pais perante o Mundo?
O descalabro ético socrático justifica outra pergunta: como pode um Partido que se chama Socialista (embora seja neoliberal) ter desde o início apoiado maciçamente com servilismo, por vezes com entusiasmo, e continuar a apoiar, o desgoverno e despautérios do seu líder, o cidadão Primeiro-ministro?
Portugal caiu num pântano e não há resposta satisfatória para a permanência no poder do homem que insiste em apresentar um panorama triunfalista da política reaccionária responsável pela transformação acelerada do país numa sociedade parasita, super endividada, que consome muito mais do que produz.
Pode muita gente concluir que exagero ao atribuir tanta responsabilidade pelo desastre a um indivíduo. Isso porque Sócrates é, afinal, um instrumento do grande capital que o colocou à frente do Executivo e do imperialismo que o tem apoiado. Mas não creio neste caso empolar o factor subjectivo.
Não conheço precedente na nossa História para a cadeia de escândalos maiúsculos em que surge envolvido o actual Primeiro-ministro.
Ela é tão alarmante que os primeiros, desde o mistério do seu diploma de engenheiro, obtido numa universidade fantasmática (já encerrada), aparecem já como coisa banal quando comparados com os mais recentes.
O último é nestes dias tema de manchetes na Comunicação Social e já dele se fala além fronteiras.
É afinal um escândalo velho, que o Presidente do Supremo Tribunal e o Procurador-geral da República tentaram abafar, mas que retomou actualidade quando um semanário divulgou excertos de escutas do caso Face Oculta.
Alguns despachos do procurador de Aveiro e do juiz de instrução criminal do Tribunal da mesma comarca com transcrições de conversas telefónicas valem por uma demolidora peça acusatória reveladora da vocação liberticida do governo de Sócrates para amordaçar a Comunicação Social.
Desta vez o Primeiro-ministro ficou exposto sem defesa. As vozes de gente sua articulando projectos de controlo de uma emissora de televisão e de afastamento de jornalistas incómodos estão gravadas. Não há desmentidos que possam apagar a conspiração.
Um mar de lama escorre dessas conversas, envolvendo o Primeiro-ministro. A agressiva tentativa de defesa deste afunda-o mais no pântano. Impossibilitado de negar os factos, qualifica de «infame» a divulgação daquilo a que chama «conversas privadas».
Basta recordar que todas as gravações dos diálogos telefónicos de Sócrates com o banqueiro Vara, seu ex-ministro foram mandadas destruir por decisão (lamentável) do Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, para se ter a certeza de que seriam muitíssimo mais comprometedoras para ele do que as «conversas privadas» que tanto o indignam agora, divulgadas aliás dias depois de, num restaurante, ter defendido, em amena «conversa» com dois ministros seus, a necessidade de silenciar o jornalista Mário Crespo da SIC Noticias.
Não é apenas por serem indesmentíveis os factos que este escândalo difere dos anteriores que colocaram José Sócrates no banco dos réus do Tribunal da opinião pública. Desta vez a hipótese da sua demissão é levantada em editoriais de diários que o apoiaram nos primeiros anos e personalidades políticas de múltiplos quadrantes afirmam sem rodeios que não tem mais condições para exercer o cargo.
O cidadão José Sócrates tem mentido repetidamente ao País, com desfaçatez e arrogância, exibindo não apenas a sua incompetência e mediocridade, mas, o que é mais grave, uma debilidade de carácter incompatível com a chefia do Executivo.
Repito: como pode tal criatura permanecer como Primeiro-ministro?
Até quando, Sócrates, teremos de te suportar?

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

O MUNDO VISTO DO AR

Mais uma série de fotografias de imagens, por vezes familiares, mas que vistas de um ângulo particular, apresentam uma beleza por vezes surpreendente.
Julgamos, porque temos mais dois ou três “power points” desta série, que muitos mais irão aparecer, pois há um “carola” que anda de helicóptero a descobrir todos estes encantos e que tem uma grande categoria como repórter fotográfico.
Se mantiverem o elevado nível artístico deste, reservaremos a sua publicação, para vosso e nosso prazer.


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A LEI DAS FINANÇAS REGIONAIS

Em 1998 foi aprovada por unanimidade a primeira Lei de Finanças Regionais.
Na altura, embora com algumas observações críticas, o Partido Comunista Português considerou que era uma base suficiente para estabilizar o quadro das relações económicas entre o continente e as regiões autónomas da Madeira e dos Açores, até aí, sem qualquer regra que determinasse limites e critérios.
A partir desta lei, que mais uma vez recordo ter sido aprovada por unanimidade, seguiu-se um período de tranquila normalidade.
Em 2007 o governo socialista de Guterres, exorbitando da sua maioria absoluta, revogou a lei de 1998, discricionariamente, no sentido de beneficiar os Açores, aproveitando o facto da Madeira, ter um PIB “per capita” mais elevado.
Era uma decisão política injusta, injustificada e discriminatória para o povo da Madeira, na medida em que esse critério não assentava na efectiva produção da Madeira, mas reflectia artificialmente o efeito estatístico do seu Off-shore.
A lei a que agora o PCP deu o seu aval, nada mais faz do que repor a verdade e a justiça que a discriminação então efectuada, acabou por promover.
As alterações foram aprovadas com 127 votos a favor da oposição e com 87 votos contra do PS.
É um facto, que parecia não ser a ocasião mais propícia, face á ameaça do PS criar uma crise política no país, tendo chegado ao exagero de afirmar que “estava naturalmente em causa uma questão da governabilidade”.
Jorge Lacão chegou a afirmar peremptóriamente: "Nós sempre dissemos, que um forçar de mão nesta matéria, não deixa de ter consequências politicamente sérias".
O PS nada mais fez do que aproveitar as reais dificuldades com que o país se debatia para fazer um aproveitamento demagógico e ameaçador, a propósito de uma pequena e justa proposta de alteração da lei das Finanças Regionais, com uma ridícula influência, na totalidade das contas públicas.
Na realidade, o empolamento que o governo de Sócrates deu á alteração da lei das Finanças Regionais, a que se juntou a ameaça velada de demissão do ministro da finanças Teixeira dos Santos, nada mais foi do que a criação de um cenário dramático, para ocultar a verdadeira natureza e dimensão do problema. Tanto assim que terminou num ápice, logo que o ministro anunciou que se iria manter no Governo.
Essa afirmação de Teixeira dos Santos foi a aprova irrefutável de que nunca existiu uma crise política autêntica por causa da proposta de alteração da Lei das Finanças Regionais.
A inexistência de qualquer factor novo ou relevante, facilmente nos leva á conclusão que tudo não passou de mais uma encenação, para intimidar as oposições.
Senão vejamos; a Lei que foi aprovada, limitou-se a definir os valores mínimos das transferências para ambas as Regiões autónomas, roubando a hipótese de este problema servir de arma de arremesso, para justificar os enormes problemas económicos, com que se debatem as populações dessas regiões autónomas.
Alem disso, em relação á região dos Açores, o pouco que foi proposto ser alterado, está relacionado exclusivamente com o factor geográfico da distância entre as ilhas, dado que no essencial os Açores já beneficiavam desse nível de financiamento.
O que devemos lastimar, é o aproveitamento calculista, feito pelo PS, que parece estar interessado em governar num clima de cenários, manobras, manipulações e chantagens que lhes garanta a manutenção do poder pelo poder.
De resto, quando se diz que a nova Lei das Finanças Regionais aumenta o endividamento, está-se a manipular a verdade.
O descaramento com que demagogicamente se dramatizou o valor fixado de 50 milhões de Euros, é facilmente denunciado pela circunstância de que o tecto que existia anteriormente, já ser superior ao que foi agora aprovado.
Se por acaso se mantivesse a Lei de 1998, as verbas a transferir seriam maiores, para o caso da Madeira.
As verbas agora aprovadas nem sequer compensam as verbas que foram retiradas á Madeira em 2007, 2008, 2009, pela Lei anterior.
É tudo isto que não é dito!
Algumas questões que precisam ser respondidas:
1º - Porque se pretende considerar os 50 milhões de Euros, como uma verba exorbitante, que criaria problemas ás contas públicas, se o ano passado, nas condições de dificuldades já existentes na altura, foram transferidos mais de 130 Milhões para a Madeira?
2º - Num Orçamento de Estado, que tem um endividamento de 17.000 milhões de Euros, seria possível os 50 milhões causarem algum alarme, nos critérios das autoridades financeiras internacionais, não fora a teatralização que o Governo fez desta questão.
3º - Qual o conceito económico que se pode ajustar a uma medida destas, que por um lado permite poupar 1.090 milhões de Euros em benefícios fiscais no Offshore, no ano passado e manter em 2010 o mesmo critério, apesar dos agravamentos da situação económica.
4º-Qual o conceito ético do PS, quando ao mesmo tempo que critica ferozmente Alberto João Jardim, as suas principais figuras, não lhes poupam elogios, nas suas visitas aquela região.
4º - Qual a justificação para a diferença de critério que se utiliza, quando se avalia dramaticamente as consequências das verbas legitimamente atribuídas as regiões autónomas e se fecha os olhos no Continente, a algumas autarquias que navegam num autentico regabofe.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

ORÇAMENTO DE ESTADO

VIRA O DISCO E TOCA O MESMO!!!

Soneto (quase inédito) de José Régio
- Em memória de Aurélio Cunha Bengala -

Surge Janeiro frio e pardacento,
Descem da serra os lobos ao povoado;
Assentam-se os fantoches em São Bento
E o Decreto da fome é publicado.

Edita-se a novela do Orçamento;
Cresce a miséria ao povo amordaçado;
Mas os biltres do novo Parlamento
Usufruem seis contos de ordenado.

E enquanto à fome o povo se estiola,
Certo santo pupilo de Loyola,
Mistura de judeu e de vilão,
Também faz o pequeno “sacrifício”
De trinta contos – só! – por seu ofício
Receber, a bem dele... e da nação.!!!!

(Em 1969 no dia de uma reunião de antigos alunos)
VIVENDO SOBRE UM PRECIPÍCIO
Não foi por acaso que hoje escolhi este “power point”.
Trata-se de uma apresentação que mostra aglomerado populacionais em várias partes do mundo, erigidos sobre verdadeiros precipícios.
Nós em Portugal, também vivemos sobre verdadeiros precipícios, em que as casas mais seguras são habitadas pelos banqueiros, capitalistas e outros privilegiados, que abundam neste país.
Os reformados, desempregados e a maior parte do povo, quase só encontra lugar do lado de fora das janelas, deixando-os estar agarrados aos parapeitos, enquanto tiverem forças.


NESTE LINK

CARTA ABERTA A UM TAL “NUNO”

A PROPÓSITO DO SEU COMENTÁRIO FEITO NESTE BLOGUE

No dia 21 de Janeiro passado, sob este mesmo título, escrevemos um artigo denunciando vários escândalos, entre os quais a obscena remuneração a pagar a Inês Medeiros, por na sua qualidade de deputada do PS, pelo facto de ter a sua residência em Paris e por ess facto, receber umas escandalosas ajudas de custo .
Independentemente da urbanidade com que o comentário é feito, fica-lhe subjacente a ideia de que a deputada Inês Medeiros, não constitui uma escandalosa excepção, mas a sua remuneração insere-se na tabela aprovada pela Assembleia de Republica, para todos os deputados cujas residências se encontrem fora de Lisboa e que para minha informação, depois de me aconselhar “a não acreditar em tudo o que se lê na Net”, remete-me para a "Tabela de Honorários dos Deputados da Assembleia da Republica"
Gostaria que o dito “Nuno” lê-se hoje este esclarecimento, pois certamente ficaria a ganhar a minha intranquilidade quanto ao caso Inês Madeiros, embora no seu comentário já refira “Se me pergunta se concordo? Acho simplesmente vergonhoso… mas para todos não só para a Inês de Medeiros”, o que me leva a acreditar que vai lucrar com a leitura do texto que reproduzo em baixo, publicado hoje no Correio da Manhã.
Penso que o “Nuno” não seja um caso perdido, dos que vagueiam pelo PS, de orelhas cheias de anti-comunismo, pelo rótulo de”vergonhoso” com que adjectiva a política de remuneração dos deputados.
Porque faço essa dedução, permito-me acrescentar ao esclarecimento o seguinte: a informação não foi lida na Net, mas sim recebida de um amigo em que confio plenamente.
Acredito que ele, conhecedor da situação, tenha feito as contas e chegado aquela conclusão.
No fundo, sendo o que referi, o valor exacto ou não, o que parece contar para o meu interlocutor e o que de facto conta para mim, é a filosofia subjacente a essa imoralidade remuneratória, num país de miséria como é o nosso e pelo efeito domesticador que tem sobre a as opiniões dos deputados e respectivas votações.

TEXTO DO ARTIGO PUBLICADO NO CORREIO DA MANHÃ, (PÁGINA 29)

INÊS COM VIAGEM PAGA PARA PARIS

PARLAMENTO ANALISA HOJE SITUAÇÃO ESPECIAL DA ACTRIZ E DEPUTADA ELEITA PELO PS EM LISBOA.
"A viagem semanal de Inês de Medeiros, actriz eleita deputada pelo PS no círculo eleitoral de Lisboa, entre Paris, local onde tem residência, e a capital portuguesa, para participar no plenário da Assembleia da Republica (AR), vai ser paga pelo Parlamento. A solução para o caso da actriz, que é omisso na lei, é hoje analisado pelo conselho de administração da AR.
Ao que o CM apurou, a solução encontrada pelos serviços do Parlamento para o caso de Inês Medeiros passa pela equiparação da actriz a um deputado eleito pela Europa. A decisão final será do presidente da Assembleia, Jaime Gama, que deverá dar a aprovação.
A ser assim, Inês Medeiros terá direito a uma viagem de avião de ida e volta, na classe mais elevada, uma vez por semana entre o aeroporto de Paris e o de Lisboa, acrescida da despesa de deslocação entre o aeroporto e o domicílio.
Como reside em Paris, Inês Medeiros beneficiará ainda de uma ajuda de custo de 69€ por dia, superior aos 23,05€ diários dos deputados residentes nos concelhos de Lisboa, Oeiras, Cascais, Loures, Sintra, V.F.Xira, Almada, Seixal, Barreiro, Amadora, e Odivelas."

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

A HISTÓRIA DA RÃ

QUE NÃO SABIA QUE ESTAVA SENDO COZIDA

O “power point” de hoje, não é do ponto de vista gráfico tão brilhante como habitualmente, mas tem uma vantagem que não é despicienda.
A sua efabulação, embora não estando ao nível de” La Fontaine”, tem a vantagem de abordar um tema que nos é muito familiar e retrata muito bem as causas e consequências da evolução da sociedade em geral e da sociedade portuguesa em particular.
O único detalhe, em defesa do rigor histórico que é necessário fazer, prende-se com o facto d ter havido um curto período em Portugal, de excepção á descrição feita.
Estou a recordar o chamado período do “PREC”, em que esta fábula se tornou desapropriada, pela intervenção de numerosos movimentos de cidadãos, que muito lutaram para alterar esse rumo e desmentir essa a fatalidade a que a humanidade está sujeita.
Posteriormente a estratégia utilizada pelo Capital, tão bem efabulada com esta imagem da rã, ainda hoje funciona tal com é retratada na historieta e os portugueses que o digam.
Manipular a luta dos povos, pela sua emancipação, terá fatalmente os seus dias contados.
A exploração a que os trabalhadores estão sujeitos, não só já está a aquecer a água até perto da fervura, como dará ás rãs que todos nós somos simbolicamente, neste caso, a capacidade de fugir de todos os tachos, que engordam o Capital.
Para perceber o fundamento do simbolismo destas ultimas palavras, vejam a apresentação.



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A CHINA

E O DESERTO BADAIN JARAN

Segundo a revista Nature, cientistas chineses, australianos e britânicos chegaram á conclusão que a humidade nas dunas de areia do deserto de de Badain Jaran, começa a sentir-se a cerca de 20 centímetros, debaixo da areia.
Na perspectiva dos investigadores, a água retida debaixo das dunas não provém dos 72 lagos disseminados pela paisagem que constitui o Badain Jaran, mas da fusão das neves dos montes Qilian, situados 500 quilómetros a Sudoeste. Assim, a água escorre pelas falhas da montanha e segue depois, por camadas profundas de carbonato, para finalmente chegar às dunas e aos lagos de Badain Jaran.
As dunas deste deserto que é o segundo maior da China, cobre 49.000 quilómetros quadrados e contêm gigantescas reservas de água subterrâneas, que poderão suprir a crónica falta de água do Norte Gansu e Ningxia na China.
Esta reserva constituiria uma alternativa mais económica e tecnicamente mais prática do que um projecto de irrigação no norte dos montes Qilian, só forneceria anualmente 25 milhões de metros cúbicos de água.
No entanto a equipe de cientistas da Universidade de Queensland (Austrália) e de Hohai (China) afirma que a extracção de água só poderá ser realizada, se não afectar seriamente o ambiente.


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domingo, 7 de fevereiro de 2010

SABEM QUEM POSSUI ESTES POPÓS,
PAGOS COM O NOSSO RICO DINHEIRINHO?

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TRIBUNAL CONSTITUCIONAL

Uma frota automóvel no valor de 665.504 EUROS para um tribunal, que se caracteríza por ser de nomeação política.
Comprar automóveis de Luxo e Super Luxo para cada um dos 'Juízes' (13).
Quem é o responsável por este disparate?
É o único Tribunal Superior onde os Juízes têm direito a carro como parte da sua remuneração (automóvel para uso pessoal).
[A propósito, nestes termos, há obrigatoriedade de retenção em sede de IRS. Será que os senhores juízes se fiscalizam e cumprem, ou ainda não se deram conta?]
A que propósito esta ostentação! Ninguém se indigna?!
Portugal é uma República das Bananas ?!!!!!!!!
Direito a viatura para uso pessoal, de acordo.
Com a dignidade das funções exercidas, está certo.
É lógico, é compreensível.
Mas já passa a ser uma indignidade, um escândalo o Governo por um lado sobre carregar os portugueses, continuar a impor leoninas restrições aos seus servidores públicos e por outro fornecer viaturas de super luxo para alguns privilegiados.
Já se esqueceram dos outros que estão há anos sem aumentos, ou com aumentos abaixo da taxa real da inflação?
FESTAS DE CAMPO MAIOR

AS «FESTAS DO POVO» DE CAMPO MAIOR – ALENTEJO
Estas coloridas festas, que tradicionalmente se levavam a efeito de quatro em quatro anos, correm o risco de desaparecer.
Há no entanto algumas expectativas, que este ano se voltem a realizar em Setembro, como era habitual.
As dificuldades e descriminações por que tem passado o povo alentejano, desde há muitos anos, tem a pouco e pouco desmobilizado o povo, para este tipo de iniciativas em que o colectivo, era o exclusivo e tradicional impulsionador e executor.
As exuberantes decorações, com flores de papel que cobriam as ruas de Campo Maior, chegavam a atrair mais de um milhão de visitantes, para apreciarem os autênticos jardins floridos, que em saudável competição cada rua pretendia que fosse melhor que a do vizinho.
A quebra desta maravilhosa tradição, é mais uma das sequelas destes “desgovernos” que vêm roubando todas as forças anímicas deste povo particularmente sacrificado e desprotegido, só porque teve a infelicidade se atrever a fazer a única «Reforma Agrária» em todo o mundo, que aumentou a produção logo no seu primeiro ano.

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MÁFIA DOS BINGO

FINANCIOU O PS NO BRASIL

TRBUNAL CONSTITUCIONAL PERDOA MULTA AO PS

O ACÓRDÃO N.º 34/2010 publicado na terça-feira (26 de Janeiro de 2010) pelo Tribunal Constitucional anulou a coima que o Ministério Público aplicou no dia 9 de Dezembro ao Partido Socialista.
A “multa’, que teria um valor entre os 4500 e os 90 mil euros, foi aplicada pelo MP na sequência de terem sido descobertas novas irregularidades na campanha que o PS fez no Brasil para as legislativas realizadas no dia 20 de Fevereiro de 2005.
Em causa esteve o financiamento da campanha do PS no Brasil onde o empresário Licínio Soares Bastos suportou grande parte das despesas da campanha de Anibal Araújo, candidato socialista ao círculo fora da Europa nas legislativas de 2005.
Os autos do MP referem-se às ligações do PS a Licínio Soares Bastos, proprietário do edifício da sede do PS no Rio de Janeiro.

Mais recentemente, veio a público uma alegada oferta de cargos em troca de financiamento partidário.
Um ano depois de o PS chegar ao poder, Licínio Soares Santos foi nomeado cônsul honorário de Portugal em Cabo Frio, a 150 quilómetros do Rio de Janeiro . A nomeação, foi publicada em Diário da República dia 16 de Maio de 2006, mas veio a ser suspensa meses depois quando se constatou que Licínio Bastos estava a ser investigado por pertencer à máfia do jogo clandestino pelas autoridades brasileiras, tendo sido posteriormente sido detido.
Em Cabo Frio residem no máximo 20 portugueses, não faz sentido abrir aí um consulado e encerrar o de Santos, onde habitam cerca de 15 mil pessoas com ligações a Portugal.
Licínio Soares Bastos e Aníbal Araújo são naturais de Oliveira de Azeméis. O primeiro é fundador de alguns dos jornais administrados por Aníbal Araújo.
Cavaco Silva, eleito em Janeiro de 2006, utilizou em 2005 um imóvel de Licínio Bastos para sede de campanha local em Oliveira de Azeméis.
O imóvel foi cedido a título gratuito por Aníbal Araújo, responsável pela gestão do imóvel.
Aníbal Araújo foi condecorado em 10 de Junho de 2006 por Cavaco Silva com a Ordem do Infante D. Henrique
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APOIOS Á PETIÇÃO
Clique na imagem













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«ANTES DA DÍVIDA TEMOS DIREITOS!»

A petição "Antes da Dívida Temos Direitos!" continua a juntar milhares de pessoas contra as injustiças impostas aos trabalhadores a falsos recibos verdes. Milhares de pessoas que, com a sua assinatura, levarão em breve ao parlamento a exigência inadiável de justiça nas contribuições para a Segurança Social e contratos de trabalho para todos os trabalhadores a falsos recibos verdes.

Divulgamos agora este vídeo com importantes testemunhos de apoio à petição. São 5 personalidades amplamente reconhecidas em diversas áreas da vida social
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Vê o vídeo e assina a petição AQUI





A petição recolheu já cerca de 10 mil assinaturas! Vamos juntar as nossas vozes para combater esta injustiça, porque a força desta proposta será tanto maior quanto maior for o número de subscrições.
divulga a petição aos teus contactos!
Também podes recolher assinaturas em papel (download aqui, imprimindo frente e verso) e enviar para:

Apartado 7008 4051-901 PORTO
(podes enviar mesmo as folhas que não estejam completas).

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

O MELHOR DE PORTUGAL

QUE FIQUE PELO MENOS PARA MEMÓRIA FUTURA

Admiremos alguns destes belos edifícios, enquanto são portugueses.
Não nos admiraríamos que os desgovernos deste país, depois de terem alienado ou trespassado todo o aparelho produtivo, não lhe restando mais nada para vender, comecem a dispensar os nossos monumentos para decorar algumas das ilhas que o sheique do Dubai está a criar nos Emiratos Arabes, para gáudio dos grandes capitalistas.



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RACHEL CORRIE

ESTAS IMAGENS NÃO PASSARAM NA TELEVISÃO

A DENÚNCIA DE ISRAEL, COMO A MAIOR ABERRAÇÃO DA HISTÓRIA DA HUMANIDADE.

Cada vez que aparece uma notícia sobre a carnificina a que os palestinos estão sujeitos e a luta que travam para manterem o seu direito á vida, interrogo-me sobre aquela guerra, seus intervenientes, suas razões, suas cumplicidades e sobretudo a indiferença ao sofrimento de tanta gente, provocado por esse que é o verdadeiro “EIXO DO MAL”, configurado pelo governo dos Estados Unidos da América.
O «Lobby Judeu», “Poder” que domina esta nação, que adultera os seus princípios, traidor dessas origens, inconsciente do futuro que semeia, verdugo da esperança de paz para a humanidade, carrasco de tanto inocente, tirano das nossas consciências e dos nossos sonhos….maldito seja!!!
O bárbaro Holocausto, que permanentemente nos recordam terem sido vitimas, é a obscena moeda publicitária que utilizam para calar as consciências dos que ouvindo se indignam, mas não se revoltam.
O bárbaro Holocausto, em que os judeus mascaram a dimensão da verdade, é o mesmo que de igual modo e com igual sofrimento e sevícias, torturou, matou e queimou, milhões e milhões de militantes comunistas, homossexuais, ciganos, eslavos, deficientes motores, deficientes mentais, prisioneiros de guerra soviéticos, membros da elite intelectual polaca, russa e de outros países do Leste Europeu, activistas políticos, Testemunhas de Jeová, sacerdotes católicos, mórmones, sindicalistas, pacientes psiquiátricos e criminosos de delito comum.
O bárbaro “holocausto”, que no «EXODUS bíblico», não merecia mais do que um normalíssimo «h» com letra pequena, quando descrevia os rituais das antigas tribos judaicas em honra das suas divindades, queimando animais e seres humanos vivos, foi transformado pelo movimento sionista, após a segunda guerra mundial num “Holocausto” merecedor de um H grande, numa mistificadora manobra de marketing político.
O novo e bárbaro «HOLOCAUSTO» com «planejamento estratégico» requintado, «desempenho» mais eficaz, “produtividade” elevadíssima, utilizando sofisticado meios «tecnológicos», «informáticos» e «robotizados», em conjugação com a milenar experiência dos judeus, está na sua versão actualizada a fazer dos palestinos cobaias, numa versão contemporânea e “civilizada”, para obter bons «índices de retorno» e belas «oportunidades de crescimento» futuro.
O «Lobby judeu» que domina o mundo capitalista, dito ocidental, promove, financia, e protege, a sanguinária barbárie Israelita, afrontando todas as inequívocas decisões condenatórias, já tomadas pelas Nações Unidas (ONU), União Europeia e outros organismos intergovernamentais.
Quem que se têm empenhado no papel ingrato e frustrante de tentar o diálogo ou mediação, acaba sempre por ver, depois de acordos assinados, retrocessos manipulados por Israel e apoiados incondicionalmente pelo governo americano.
A maior parte do povo dos Estados Unidos, principal coito daquele influente grupo sionista, assiste há anos e anos, inconsciente, cego, surdo e mudo, á morte dos seus filhos em guerras injustas, todas elas com origem próxima ou remota, no conflito Israelo-árabe, ou no terrorismo que ele origina e desencadeia.
Enquanto o Sistema Capitalista for dominante e os Estados Unidos, com a sua capacidade de explorar e corromper, for dominado pelo movimento sionista, o mundo não terá paz.
A humanidade continuará a assistir às inenarráveis sevícias de que os palestinos são alvo e ao desesperado esforço que fazem para sobreviver, bem como ao recrudescimento de vagas terroristas, que só assim vêm possibilidades de fazer frente ao poderio militar Israelo-americano.
Estas questões que continuam por resolver e são uma das principais fontes, do conflito no Médio Oriente e em outras partes do mundo, bem como do terrorismo internacional e da sementeira de ódio que cresce por toda a parte contra os americanos, são a consequência lógica do poio e conivência que o seu governo dá á imoralidade e perversidade que está na base desses conflitos.
Com a publicação dos “power points” que se seguem, procuramos ilustrar tudo o que dissemos ou faltou dizer.


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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

AS CIDADES PERDIDAS

PERSÉPOLIS,PALMIRA E POMPEIA

Hoje o nosso “power point” vai em busca destas cidades perdidas no tempo.

POMPEIA

Quando no ano de 79 d.C. Vesúvio entrou em erupção, um fluxo piroclástico , cobriu instantaneamente a cidade com cinzas e outros elementos vulcânicos.
Os que não conseguiram fugir, morreram na sua maioria sufocados e cobertos com as cinzas .
Esse facto permitiu aos arqueólogos, encher com gesso as bolsas de ar criadas pelos corpos ,que praticamente se volatilizaram, e assim conseguiram reconstituir as formas humanas , tal como ficaram no momento em que o fluxo piroclástico invadiu a cidade.

PERSÉPOLIS

Persépolis, “cidade persa”, como é conhecido internacionalmente este lugar histórico, foi nome dado pelos gregos já depois da sua destruição. Apesar de ser apenas uma sombra do que já foi, as suas ruínas são um dos lugares mais interessantes do Irão, e os seus relevoum desfile de personagens da época.

PALMIRA

Palmira (hoje, chamada de Tadmor) era uma antiga cidade na Síria central, localizada num oásis a cerca de 210 km a nordeste de Damasco.
A localização estratégica da cidade, aproximadamente a meio da distância que vai do Mar Mediterrâneo até ao rio Eufrates, tornou-a num ponto de paragem obrigatório para muitas das caravanas que seguiam aí a sua rota comercial.
Supõe-se que o nome derivou de nessa época existirem no local numerosas palmeiras.


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EM QUE FICAMOS???

CAMBADA DE ALDRABÕES!!!!

1º MINISTRO SÓCRATES : «DÉFICE SUBIU POR DECISÃO DO GOVERNO »

MINISTRO DAS FINANÇAS : «DÉFICE DE 9,3 TAMBÉM FOI UMA SURPRESA PARA MIM»

VITOR CONSTÂNCIO: «O GOVERNO E O PRÓPRIO MINISTÉRIO DAS FINANÇAS FOI SURPREENDIDO COM ESTA EVOLUÇÃO NOS ÚLTIMOS DOIS MESES»

1º Ministro Sócrates:
Défice orçamental «aumentou para responder à crise»

José Sócrates disse esta segunda-feira que o aumento do défice para 9,3% não resultou de um «descontrolo» mas sim de uma decisão do Governo que está em linha com as principais economias mundiais.
«Decidimos aumentar o nosso défice não por descontrolo, mas para ajudar a economia, as empresas e as famílias»,
avançou o primeiro-ministro na conferência «Orçamento do Estado 2010», organizada pelo Diário Económico e pela Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas.
«O défice orçamental português aumentou por uma boa razão: para responder à crise»,
frisou antes de lembrar que «o nosso défice passou de 2,6% em 2007 para 9,3% em 2009», ou seja, assinalou uma subida de 6,7 pontos percentuais.
«E quanto é que aumentou o défice nos países do G-20? A média de crescimento foi de 6,9% nesses dois anos. Nos países da OCDE aumentou 6,8%. Nos Estados Unidos, nos dois últimos anos, subiu 9,7%. No Japão chegou aos 8% e, em Espanha, tocou 13,8%», advogou.
Sócrates lembrou ainda que Portugal saiu da recessão técnica, tendo registado no terceiro trimestre de 2009 «o crescimento económico dos mais fortes da Europa».
Para já, as grandes prioridades são os investimentos em barragens, escolas, hospitais, creches e infra-estruturas.


VEJA O VIDEO AQUI

Ministro Teixeira dos Santos:
«Défice de 9,3% também foi uma surpresa para mim»

Teixeira dos Santos, ministro das Finanças tentou esta quinta-feira explicar a uma plateia de empresários o défice de 9,3%, estimado pelo Governo para 2009.
«Os 9,3% também foram uma surpresa para mim», confessou o ministro num almoço promovido pelo Fórum dos Administradores de Empresas

Vítor Constâncio
Na Conferência organizada pela Procuradoria-Geral da República, Banco de Portugal e Comissão do Mercado de Valores Mobiliários nos dias 28 e 29 de Janeiro de2010 em Lisboa.

"Nós, no Banco de Portugal, não esperávamos. O Governo e o próprio Ministério das Finanças foi surpreendido com esta evolução nos últimos dois meses do ano"

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010




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O FIM DA LINHA
Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento. O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa. Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”). Fui descrito como “um profissional impreparado”. Que injustiça. Eu, que dei aulas na Independente. A defunta alma mater de tanto saber em Portugal. Definiram-me como “um problema” que teria que ter “solução”. Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo. É fidedigno. Confirmei-o. Uma das minhas fontes para o aval da legitimidade do episódio comentou (por escrito): “(…) o PM tem qualidades e defeitos, entre os quais se inclui uma certa dificuldade para conviver com o jornalismo livre (…)”. É banal um jornalista cair no desagrado do poder. Há um grau de adversariedade que é essencial para fazer funcionar o sistema de colheita, retrato e análise da informação que circula num Estado. Sem essa dialéctica só há monólogos. Sem esse confronto só há Yes-Men cabeceando em redor de líderes do momento dizendo yes-coisas, seja qual for o absurdo que sejam chamados a validar. Sem contraditório os líderes ficam sem saber quem são, no meio das realidades construídas pelos bajuladores pagos. Isto é mau para qualquer sociedade. Em sociedades saudáveis os contraditórios são tidos em conta. Executivos saudáveis procuram-nos e distanciam-se dos executores acríticos venerandos e obrigados. Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência. Os críticos passam a ser “um problema” que exige “solução”. Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre. Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos “problemas” nos media como tinha em 2009. O “problema” Manuela Moura Guedes desapareceu. O problema José Eduardo Moniz foi “solucionado”. O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser “um problema”. Foi-se o “problema” que era o Director do Público. Agora, que o “problema” Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais “um problema que tem que ser solucionado”. Eu. Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada.



COMUNICADO DA DIRECÇÃO DA SIC



GALINHAS ORNAMENTAIS

E DE UM EXOTISMO RARO

Há “carolas” que criam galinhas e galos….ás vezes…. só para vista!!!
Exibem esses animais, alguns deles de extrema raridade, em exposições, concursos ou como aves ornamentais.
Neste “power point” através das imagens, não se pode avaliar convenientemente, mas umas são minorcas e outras gigantescas
Nem todas elas são raças puras ou espécies raras.
Algumas delas resultam muitas vezes de cruzamentos.
Na última imagem desta apresentação fica-nos a dúvida por falta de indícios, qual delas está a preparar-se para fazer as delícias do dono.
Contrariamente ás estórias da carochinha…… o fim nem sempre é feliz!!!


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É UMA SÉRIE PORTUGUESA

Por Fernando Samuel

Chega a notícia de que está em preparação uma série televisiva que passará na RTP em Outubro, por altura da comemoração do 100º aniversário da proclamação da República - série que, em oito episódios de 50 minutos cada, se propõe falar-nos de «cem anos de política portuguesa, entre 1910 e 2010».
Ora aí está uma excelente ideia!
A notícia prossegue, informando que esses cem anos chegar-nos-ão «através do olhar privilegiado de Mário Soares», que é «a personagem principal» da série e que nos «vai contar as suas memórias».
Ora aí está como se estraga uma excelente ideia!
A notícia diz, também, que «o testemunho de Mário Soares será, depois, cruzado e confrontado com os testemunhos de outras personagens» pertencentes «a todos os quadrantes políticos».
Lendo os nomes dessas «outras personagens» constata-se que estão lá «todos os quadrantes políticos»... menos o dos comunistas...
Ora aí está no que uma excelente ideia pode dar!
Quem está a realizar a série é um cineasta sobrinho de Mário Soares, de seu nome Mário Barroso - apoiado numa «equipa ecléctica de oito intelectuais», ou seja: também pertencentes «a todos os quadrantes políticos».
Lendo os nomes dos oito eclécticos constata-se que nenhum deles é comunista - nem pouco mais ou menos...
Ora aí está a ideia!...
Posto isto, está-se mesmo a ver o que aí vem: é uma série portuguesa, concerteza, é concerteza uma série portuguesa...


PAGAMENTOS PELA INTERNET

SERVIÇOS BANCÁRIOS PELA INTERNET

Quando for fazer uso dos serviços bancários pela internet, siga as 3 dicas abaixo para verificar a autenticidade do site:

1 - Minimize a página. Se o teclado virtual for minimizado também, está correcto. Se ele permanecer na tela sem minimizar, é pirata! Não tecle nada.

2 - Sempre que entrar no site do banco, digite SUA SENHA ERRADA na primeira vez.
Se aparecer uma mensagem de erro significa que o site é realmente do banco, porque o sistema tem como checar a senha digitada.
Se digitar a senha errada e não acusar erro é sinal que o Site é pirata.
Êles não tem como conferir a informação.
O objectivo é apenas capturar a senha.

3- Sempre que entrar no site do banco, verifique se no rodapé da página aparece o ícone de um cadeado; além disso clique 2 vezes sobre esse ícone; uma pequena janela com informações sobre a autenticidade do site deve aparecer. Em alguns sites piratas o cadeado pode até aparecer, mas será apenas uma imagem e ao clicar 2 vezes sobre ele, nada irá acontecer.

Os três pequenos procedimentos acima são simples, mas garantirão que você jamais seja vítima de fraude virtual.


PEQUENO TRUQUE PARA

POUPAR A VISTA

Ao ler um texto no computador, pode haver situações em que não se tem acesso a fazer zoom e se gostaria de aumentar o tamanho das letras.
É numa dessas situações que se deve recorrer a este pequeno truque :

1º - Pressionar a tecla « CTRL »
2º - Rodar a roda do rato, tanto quanto o necessário